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Cinelândia/RJ - 02/05/2025
O PSOL Mesquita somou-se ontem aos trabalhadores e trabalhadoras da Baixada Fluminense em um ato na Cinelândia, em frente à Câmara Municipal do Rio de Janeiro, para protestar contra a escala de trabalho 6x1 e defender a redução da jornada sem cortes salariais.
O partido classificou a escala 6x1, que concede apenas um dia de descanso semanal, como "uma violência contra a classe trabalhadora", ressaltando seu impacto perverso na região da Baixada. A nota oficial destaca as dificuldades enfrentadas pela população local, como longas horas no transporte público, condições laborais precárias e salários que não acompanham o custo de vida ou a intensidade do esforço diário.
FOTO: Geovana Inessa, Vereador do RJ Rick Azevedo e Wagner Gonçalves
Reivindicações Centrais da Mobilização
Em sua fala e materiais de divulgação, o PSOL Mesquita defendeu três pilares principais como essenciais para uma vida digna:
Fim imediato da escala 6x1.
Redução da carga horária de trabalho, com manutenção integral dos salários.
Garantia de mais tempo para descanso, lazer e convívio familiar, entendidos como direitos fundamentais.
A mobilização reforça a compreensão de que um único dia de folga é insuficiente para a recuperação física e mental, além de inviabilizar a plena participação na vida social e familiar.
Compromisso com a Luta Contínua
O PSOL Mesquita reafirmou seu compromisso de permanecer nas ruas ao lado dos trabalhadores, declarando que "a luta segue até que todos tenham direitos trabalhistas justos e condições dignas de vida". A mensagem final é um chamado à união para transformar a realidade atual, construindo um futuro com mais direitos e qualidade de vida para a classe trabalhadora.
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Crédito: PSOL Mesquita
Participação do Diretório Municipal: Patrícia Lyra (Presidenta), Vanessa Ferreira (Coord. Setorial das Mulheres), Wagner Gonçalves (Secretário de Comunicação) e Elba Diniz (Suplente)
Participação Expressiva de: Cleonice (PSOL Mesquita), Geovana e Nicolas.
Fotografias: Wagner Gonçalves e Folha de São Paulo
Texto: Wagner Gonçalves